Margaret Thatcher e o programa de Haddad para 2026

Margaret Thatcher e o programa de Haddad para 2026
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O aspecto principal da conjuntura não é o cerco a Bolsonaro, Dallagnol etc, apesar de ser algo positivo e do entusiasmo que provoca no campo democrático. O capital já os rifou, após fazerem o serviço sujo em privatizações, reformas e retrocessos.

O traço essencial desses tempos é a adesão do governo ao financismo, através do arcabouço fiscal, agora endurecido pelo Centrão.

Não se trata de um acordo, mas de uma rendição. Nenhuma medida pós golpe de 2016 será questionada. Teremos um governo medíocre, mas estável daqui para frente.

Haddad torna-se, assim, avalista de uma derrota estratégica da esquerda e desponta como o mais interessante candidato de uma pretensa união nacional para 2026.

E já tem um programa, que é a reafirmação da máxima de Thatcher: “Não há alternativa”.