O sistema financeiro brasileiro é uma aberração. Além de viver de saquear o Estado com os juros mais altos do planeta, também saqueia a população no cartão de crédito.
Estamos pagando, graças ao governo Lula, um trilhão de reais em juros anuais, grande parte para bancos parasitas que não financiam a produção de um único prego no país.
No cartão de crédito, a extorsão é ainda mais evidente: 450% ao ano no rotativo. No segundo país com a taxa mais alta, o Reino Unido, temos 35,7% de juros ao ano. Essa diferença obscena só é possível porque a Caixa e o BB de Lula e do PT participam do cartel, quando poderiam introduzir concorrência e quebrar essa agiotagem institucionalizada.
Agora, para surpresa de ninguém, descobrimos que o sistema financeiro brasileiro também lava dinheiro do tráfico, depois que, em vinte e três anos de governos petistas (com intervalo de quatro anos de Bolsonaro), o Brasil virou o maior distribuidor de drogas do mundo.
Esse é o sistema financeiro nacional: se quer construir algo, você não consegue dois reais emprestados para um saco de pregos. Mas para lavar dinheiro sujo, sempre há portas abertas.
Basicamente, uma organização criminosa.
E é essa organização que sequestrou o Estado brasileiro, privatizou o Banco Central e financia, 24 horas por dia, o discurso anarcocapitalista de que o Estado é corrupto e deve acabar. É corrupto sim — mas porque foi corrompido por eles.
É essa organização que patrocina todos os telejornais e órgãos de imprensa brasileiros e escolhe que economistas podem falar. Que decide quem pode ser considerado um candidato sério à presidência.
Em 2026, qualquer candidato a presidente que não denuncie isso e não proponha medidas concretas para acabar com essa máfia já está comprado por esses criminosos.
Lula e o PT, o Partido dos Bancos, sendo os piores de todos.
Não contem com meu voto para nenhum desses bandidos.
E se você vota neles, a culpa é sua também.
